quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Deus está certo, sempre. (II)

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No mesmo dia que o astro pop britânico homossexual Elton John e seu “marido” anunciaram ser “pais” via barriga de aluguel, a BBC noticiou que a abstinência (pureza sexual) antes do casamento fortalece o relacionamento entre homem e mulher. Ou seja: por mais que a criatura humana insista em normalizar o anormal e se rebaixe a condições morais inviáveis até a quadrúpedes, o amor de Deus sinaliza que ainda é possível ser feliz andando no Plano Elevado que Ele, e não o ser humano decadente, planejou. Se famosos maus exemplos repercutem na mídia, a Verdade simples — que garante a felicidade à alma humana perturbada — ressoa na mesma medida. Oferece ao expectador o único Caminho para o sentido da vida: Fazer a Vontade de Deus revelada claramente na Sua Palavra. A boa nova na BBC destacou:

Um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia, sugere que casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória.
Entre os ouvidos para a pesquisa, pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.
As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).

Num mundo dominado pelo relativismo moral, onde a Verdade Absoluta não passa de obscurantismo e trevas, o Emanuel – Deus conosco proclama a todos os povos: Deus nunca está por baixo. Deus está certo. Sempre certo. (Inclusive, a pesquisa foi anunciada pela mesma Associação Americana de Psicologia que, sem pesquisa alguma, apenas por pressão do segmento interessado, retirou o homossexualismo da lista de distúrbios mentais). Para quem crê na autoridade das Escrituras não há qualquer novidade no estudo, mas ele se destaca como um barco remando contra as fortes correntes da crescente depravação cada dia mais aceita pela maioria da população.

“Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem”, Romanos 3.4a Bíblia Revista e Atualizada

O pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material produzido pela Universidade Brigham Young e financiado pela Igreja Mórmom. “Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, disse ele. “Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento”, completou"

A pesquisa ainda soa como pedras clamando num mundo aonde líderes apóstatas de igrejas cristãs históricas vêm aprovando a celebração de “casamento” entre homem com homem e mulher com mulher, a exemplo da Igreja Luterana, Anglicana, Episcopal, etc., num flagrante atestado de que não passam de instituições falidas que teimam em usar o nome de Deus em suas presepadas litúrgicas. Ao invés de ensinarem a Verdade que liberta capitularam ao rolo compressor da inversão de valores morais. O Senhor Jesus Cristo tem uma palavra aos integrantes dessas instituições que nunca O conheceram: Quando a luz se apaga e o sal se torna inútil, têm de ser jogados no lixo.

“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens”, Mateus 5.13 ARA

Lixo, perdição eterna, Juízo é para onde essas igrejas, conformadas com o pecado no seu mais alto grau, caminham a passos largos. Seus líderes dissimulados, ainda que racionalizem suas posições incoerentes com os Preceitos divinos largamente destacados no texto sagrado, serão responsabilizados pelo desvirtuamento calculista dos padrões de comportamento garantidores da felicidade e bem-estar da célula-mãe da sociedade.

“...quando nós, os mestres, que deveríamos ter melhor conhecimento, fazemos o mal, nosso castigo é maior do que seria para os outros”, Tiago 3.1b Bíblia Viva

Seguindo a corrente do “é proibido proibir” muitos “profissionais do comportamento” e membros de Judiciários vêm se manifestando irresponsavelmente quando questionados sobre qual a melhor idade para o início da atividade sexual, adoção por homossexuais, “novos” modelos de família. Não podem ser obscuros, censores, afinal, se é bom para uma das partes... Mas a pedofilia ainda é escândalo em países ditos “desenvolvidos” ou não, cada vez que redes de abusadores é desbaratada. A verdade é: se copular antes do casamento já um problema à futura família, que consequências não têm trazido a crianças e adolescentes erotizados pela mídia ímpia?

Em seu depoimento à pesquisa da Brigham Young, o sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.
“Casais que chegam à lua de mel cedo demais – isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento – frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis”.

Aborto-assassinato de inocentes indefesos sem vez, voz ou qualquer direito humano
A pesquisa sai também apenas alguns dias depois de a futura “ministra dos Direitos [só] das Mulheres” do governo do “novo” Brasil declarar que “nenhuma mulher pode ser obrigada a ter um filho”. Ou seja, os bebês que se virem para escapar do pena de morte-assassinato indiscriminado, decretado ditatorialmente por um governo que ignora os mais de 70% de brasileiros que são contra o aborto. Medida que foi aprovada nos EUA, no (caso Roe & Wade) com base em depoimentos mentirosos [1], ou seja, para satisfazer o desejo sempre errado de um segmento que por fim acaba convencendo a maioria naturalmente tendente à depravação. Essa tendência é antiga e vai se refinando a cada século.

Desde os primeiros tempos os homens viram a terra, o céu e tudo quanto Deus fez, tendo conhecido sua existência e seu grande e eterno poder. Assim, eles não terão desculpa alguma (quando estiverem diante de Deus no Dia do Juízo).
Sim, eles bem sabiam de Deus, mas não admitiram, nem O adoraram, nem mesmo agradeceram a Ele todo o seu cuidado diário. E, depois, começaram a fazer idéias tolas de como Deus seria e o que Ele queria que eles fizessem. O resultado foi que suas mentes insensatas ficaram confusas e em trevas.
Dizendo-se sábios sem Deus, tornaram-se em vez disso completamente tolos.
E então, em vez de adorarem ao Deus glorioso, vivente, tomaram madeira e pedra e fizeram ídolos para si, esculpindo-os para que parecessem simples aves, animais, serpentes e homens mortais.
E assim Deus deixou que continuassem com toda a espécie de pecados sexuais e que fizessem tudo quanto desejassem: coisas vis e pecaminosas com os corpos uns dos outros.
Em vez de crerem naquilo que eles próprios sabiam ser a verdade sobre Deus, escolheram de vontade própria crer em mentiras. E assim fizeram suas orações às coisas que Deus fez, mas não obedecendo ao Deus bendito que criou essas mesmas coisas.
Esta é a razão pela qual Deus os abandonou, deixando-os cometer todas essas ações pecaminosas, a tal ponto que até suas mulheres se voltaram contra o plano natural que Deus tinha para eles e cederam aos pecados sexuais entre elas mesmas.
E os homens, em vez de terem relações sexuais normais, cada qual com sua mulher, arderam em paixão uns pelos outros, homens praticando coisas vergonhosas com outros homens e, como resultado disso, receberam a paga em suas próprias almas com o castigo que bem mereciam.
Assim, quando eles abandonaram a Deus e nem mesmo O reconheceram, Deus os deixou fazer tudo quanto suas mentes malignas poderiam imaginar", Romanos 1.20-28 BV

Como sempre, reitero, nem a ministra de 57 anos, nem nenhum membro do governo citou algum direito do ser humano indefeso gerado seja pela promiscuidade, seja por estupro, seja pela erotização precoce gerada por novelas e demais programações pornográficas não censuradas pelas autoridades competentes. Ainda que ninguém, nem médicos, cientistas e tampouco a turma de “pós-modernistas” incrustados nas secretarias proponentes de kits gay nas escolas ou fomentadores do PL 122 saibam quando começa a vida, a morte desses seres humanos considerados “não pessoa” é tratada com a maior naturalidade. Ou dissimulada como “problema de saúde pública”. Um problema moral que a criança em desenvolvimento não provocou...

As nações podem dar aos seus cidadãos tudo quanto eles quiserem em termos de inversão de valores. A sede nunca se saciará. Podem se dobrar a comportamentos e práticas flagrantemente anômalas e desintonizadas dos Princípios divinos. Podem forçar a barra e transformar homossexualismo em “raça”, ainda que não possam criar um terceiro cromossomo para tal. Podem inverter os valores. Podem renomear o amargo para doce, o certo para errado, o que é excretor para receptor. Podem continuar a busca pela “prova genética” do que não passa de comportamento temerário aprendido.

Mandamentos de amor
Mas o Amor de Deus continuará agindo pacientemente, alertando para as conseqüências no decorrer do caminho, como o surgimento inexplicável de novos microorganismos mortais. Especialistas falam de “vírus HIV desencapados” impossíveis de ser detectados por exames mais avançados (o que renova o slogan “quem vê cara não vê “AIDS”. Superbactérias, a exemplo da MRSA que já matou milhares de homens gays nos EUA e pode se tornar incontrolável se for “passada” à população heterossexual.

Um tipo resistente e mortal de bactéria conseguiu ultrapassar as fronteiras dos hospitais norte-americanos e passou a ser transmitido em relações sexuais mantidas por homens gays, afirmaram pesquisadores [em janeiro de 2008].
Segundo os cientistas, a bactéria "Staphylococcus aureus", ou MRSA (sigla em inglês para Staphylococcus aureus resistente à meticilina), começou a aparecer fora de hospitais nas cidades de San Francisco, Boston, Nova York e Los Angeles.
Os homens gays sexualmente ativos de San Francisco correm um risco 13 vezes maior de serem contaminados do que seus pares heterossexuais, disseram os pesquisadores na revista Annals of Internal Medicine.
"Quando isso atingir a população em geral, estaremos diante de uma doença realmente impossível de ser controlada", afirmou Binh Diep, pesquisador da Universidade da Califórnia em San Francisco, que comandou o estudo. "É por isso que estamos tentando divulgar a mensagem da prevenção."
Segundo análises químicas, a bactéria espalha-se entre as comunidades gays de San Francisco e de Boston.
"Acreditamos que ela esteja se disseminando por meio da atividade sexual [anormal]", afirmou Diep.
Essa superbactéria pode provocar infecções mortais ou desfiguradoras. E o tratamento contra ela passa muitas vezes pela utilização de antibióticos caros administrados na veia.
Em 2005, o MRSA matou cerca de 19 mil norte-americanos, a maior parte deles em hospitais, segundo um artigo publicado em outubro na revista Journal of the American Medical Association.

Sim, o amor de Deus permanece à disposição de todos os sentenciados à morte física e espiritual. O amor de Deus permanecerá amando o pecador e odiando o pecado. Permanecerá como mandamento de amor ao repreender práticas que inexoravelmente reduzem a expectativa de vida quase pela metade. Por ser o Criador do corpo e o estipulador dos limites cruciais à saúde, Ele continuará alertando até o última fração de segundos desencadeadora da síndrome, do suicídio, da degeneração de novos “renatos russos”, “cazuzas”, “freddies mercurys”, “rock hudsons”, e tantos outros famosos e anônimos.

O amor de Deus é infinito. Deus não condena ninguém à destruição física e espiritual (alma). Mas o que poderá Ele fazer quanto à indiferença ao tão grande Amor derramado na cruz? O que o pai pode fazer se o filho se enveredou pelo caminho do crack? Seu amor está vivo, o pai sofre terrivelmente, mas se o filho despreza esse tesouro só lhe restará a eliminação literal.

“Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo. – Aquele que crê no Filho não é julgado; mas quem não crê já está julgado porque não crê no Filho único de Deus. E é assim que o julgamento é feito: Deus mandou a luz ao mundo, mas as pessoas preferiram a escuridão porque fazem o que é mau. Pois todos os que fazem o mal odeiam a luz e fogem dela, para que ninguém veja as coisas más que eles fazem. Mas os que vivem de acordo com a verdade procuram a luz, a fim de que possa ser visto claramente que as suas ações são feitas de acordo com a vontade de Deus”, João 3.16-21 BLH

José San Martín
“Dedico a Deus o que escrevi”

[1] Leia o texto de Norma Braga sobre a farsa em que se apoiaram os defensores do aborto no caso Roe vs. Wade

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