_José_San_Martín_As coisas andam feias para Deus na Terra. Muitos alegam que Ele não existe. E há os que têm certeza de que Ele, se existe, está errado tanto quanto Seus mandamentos e preceitos. Deus já foi processado por um preso romeno que O acusou de não livrá-lo do diabo. Num outro processo um senador norte-americano alegava que Deus causara inumeráveis mortes e horror, além de ameaças terroristas. Deus também foi expulso das escolas dos EUA: sem oração, sem Bíblia, sem fé. Deus pode ser expulso de Hong Kong que considera a Bíblia perigosa para adolescentes. Neste Natal divino a Superinteressante e o Saramago dizem que o Livro-carta de Deus à humanidade é uma farsa escrita por reles mortais. Na Itália houve quem expulsasse o menino Jesus e até o Papai Noel, que deram lugar a bruxas.
Senadores paraguaios querem que, a partir dos 12 anos, uma criança possa escolher o sexo no cartório sem necessidade de transexualização. Ou seja, para os platinos, Deus errou ao estabelecer apenas macho e fêmea. E mais, Deus errou ao não prever uma terceira via anal receptora de falos e sêmen. A bomba está nas mãos do "padresidente" Lugo. Richard Dawkins anticristo quer fixar cartazes em ônibus da pós-cristã Inglaterra com conselhos para que as pessoas curtam a vida independentemente de Deus existir ou não. Lá, 70% dos londrinos não acreditam no Natal, a maioria jovens. Tanto intelectuais, cientistas ou gente leiga rejeitam o Deus da Bíblia e querem achar deuses astronautas fora do planeta. Para tanto, há tempos vêm captando e gravando ruídos do espaço.
Tem mais. Jogadores literalmente adorados, a exemplo de Robinho, declaram: “Ainda não fiz nada e já sou um deus”. Mas isso é fichinha perto de John Lennon que deixou Deus no anonimato com a auto-ultrapopularidade dos Beatles. Mas Deus ainda pode ser encontrado na zombaria com o terço católico de Carol Castro na Playboy brasileira ou da suposta Maria mãe de Jesus do Natal nas páginas pornográficas mexicanas. Sem falar em sapos crucificados por artistas na Alemanha. Por falar em sexo, o governo brasileiro usa dinheiro público para ensinar — em sites e livros com timbres e brasões oficiais de ministérios da República — o que vendedores do próprio corpo têm de fazer para arranjar compradores de prazer. Muita gente nascida de relacionamento entre homem e mulher já iniciou a extinção da raça humana ao “casar” homem com homem, mulher com mulher. Cientistas, mulheres, mídia e até juízes que deveriam defender a vida estão em campanha pró-matança de seres indefesos em desenvolvimento no ventre materno, em células “descartáveis” e outras condições vulneráveis.
Deus está errado? Seus mandamentos foram revogados? O ser humano pode quebrar as regras sem conseqüências? Pode-se revogar a lei da gravidade ou a da entropia por decreto ou pelo capricho humano? Dá para simplesmente transformar o certo em errado e o errado em certo? O natural em anormal e o normal em crime? O mísero mortal pode se transformar em super-herói amoral imbatível? É possível fazer o que der na telha e ficar por isso mesmo? Podemos brincar de Deus manipulando vidas humanas e tudo bem? Somos donos dos nossos narizes e destinos? Somos frutos do acaso, uma espécie de ameba provenientes do pântano original, passando pelo macaco até nos homo-sapientizar? É possível ser feliz crendo em contos de fadas? É possível ir a Roma sem cruzar o mar? Dá para viver sem respirar?
Não, não e não.
Para que a resposta fosse “sim”, a história deveria estar errada também. Mas a Holanda libertino-descriminalizadora de tudo quanto é pecado, mergulhada no caos social das drogas e da prostituição reforçam o “não”.
A violência também impede resposta positiva. O ser humano do século XXI está matando mais, seja nas zonas urbanas ou rurais. Conflitos tiram a paz e segurança de milhões todos os dias, incluindo crianças exterminadas sem piedade. Notícia da Agência EFE deste dia 15 é desanimadora.
O mundo ficou mais violento em 2008 e o número de guerras e conflitos aumentou, segundo o relatório anual do Instituto para Estudos Internacionais sobre Conflitos de Heidelberg (Alemanha).
"O mundo se tornou menos pacífico. Voltamos à situação de quatro ou cinco anos atrás", disse Lotta Mayer, editora do Konfliktbarometer (barômetro de conflitos), como é chamado o relatório, durante a apresentação do mesmo.
O Konfliktbarometer registra nove guerras travadas em diferentes lugares do mundo em 2008, três a mais que em 2007.
Outras vozes da Alemanha ariana de Hitler, da ex-URSS reduzida à Rússia, do Camboja, do Vietnã, da China, dos Bálcãs, dos milhares de desgraçados em valas comuns, do leste europeu e seus regimes materialistas e vazios dizem não.
Os Estados Unidos da América e seus cidadãos problemáticos que metralham conterrâneos em lanchonetes e escolas, satanistas e militantes antiDeus, além de suas adolescentes campeãs em doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e gravidezes precoces previamente combinadas, estão a dar razão ao não.
O Japão da religião esotérica alternativa inspiradora das meditações de Shirley MacLaine, das mentes esvaziadas para a comodidade de Satanás e seus demônios, dos jovens suicidas coletivos, bem como dos mortos-vivos por meses e até anos em quartos computadorizados, dizem não.
As tragédias passionais de homens e mulheres que insistem em achar que Deus está errado em meramente trocar de corpos, a busca inútil da felicidade sexual que só se pode alcançar no casamento entre um homem e uma mulher, a eufemização da promiscuidade geradora de gravidez precoce, depressão, menores infratores, abortos, pedofilia, Eloás, Suzanas Vieiras, Amys Winehouses, Dados e Luanas hoje; tanto quanto Ângelas Diniz, Cristianes F’s, Cazuzas e Renatos Russos ontem, dizem não!
As células “descartáveis” que vêm se provando cada dia mais encartáveis ao possibilitarem geração de bebês fofinhos e saudáveis, mesmo após dezenas de anos guardadas, dizem não e não!
O que restou dos Beatles — um MacCartney descartado por esposas enricadas via divórcio — criatura senil de rosto esticado por bisturi rosnando que ele, sim ele, foi o maior popularizador da banda. Isso diz não.
Um Carl Sagan, sacerdote do Cosmos, lamentoso numa de suas últimas entrevistas à Veja diz não: Os ruídos do espaço, captados por um tempo significativo, e degravados não passam mesmo de ruídos indecifráveis. Não e não! Cadê os marcianos ou extraterrestres de Spielberg, dos ufólogos? Ainda que hipoteticamente aparecessem diriam não! Dariam um basta à busca inútil pelo osso da teoria macacóide improvável. Dariam um fim à rebelião iniciada por Satanás no céu e Adão na Terra.
Até países cristãos ou potenciais pós-cristãos, como Inglaterra dos antigos avivamentos espirituais, de John Wesley e outros grandes evangelistas é um exemplo típico de rebelião contra Deus. Uma constatação sombria pode ser notada nas palavras da jornalista britânica Melanie Phillips sobre suas autoridades:
O [então] prefeito de Londres Ken Livingstone disse em uma entrevista radiofônica que a Grã-Bretanha “não é mais um país cristão”, porque as pessoas não vão mais à igreja.
As autoridades locais e os corpos governamentais estão sistematicamente atentando para riscar o Cristianismo de sua existência por se recusar a liberar verbas para grupos voluntários cristãos sob o argumento que ser cristão significa que eles não estão comprometidos com a “diversidade”.
Um idoso pregador evangélico, Harry Hammond foi considerado culpado de ofensa a ordem pública após ter carregado um pôster pedindo o fim da homossexualidade, da lesbianidade e da imoralidade. Embora ele tenha sido vítima de ataques físicos quando a multidão jogou detritos e água sobre ele, somente ele foi processado.
Em Lancashire os aposentados Joe e Helen Roberts foram interrogados pela polícia durante 80 minutos acerca do seu ponto de vista “homofóbico” depois de que eles simplesmente tinham pedido a sua Câmara Municipal para expor literatura cristã nos mesmos prédios públicos onde se expunham panfletos pelos direitos dos gays.
Isso é um processo diante do qual a Igreja da Inglaterra não tem estado mais de joelhos, mas seguindo a onda do colapso moral e cultural, de acordo com a doutrina do multiculturalismo – e ainda se perguntam porque as suas igrejas estão tão vazias, enquanto aquelas formadas por evangélicos determinados como o Sr. Stephen Green estão superlotadas até o teto.
Como um resultado o Cristianismo está sendo progressivamente removido da esfera pública. Várias Câmaras têm banido o Natal sob o argumento de que ele é “demasiado cristão” e, em conseqüência, “ofensivo” às pessoas de outras crenças, e o estão substituindo por “festivais de inverno” sem conteúdo.
Esse ataque ao Cristianismo não é algo que está acontecendo lá em Alice no País das Maravilhas. E não é apenas uma ameaça à liberdade de expressão e à liberdade religiosa. Ele é um ataque frontal à identidade nacional e aos valores desse país – e como tal irá destruir aquelas liberdades que o próprio Cristianismo criou”.
Mas o ápice da rebelião humana está apenas se desenhando. É a ponta do iceberg. Porque não há limites à devassidão. A sociedade decadente vai sempre querer mais à criatura e menos ao Criador.
Não foram suficientes as frustrações com teorias furadas na tentativa de dar sentido à vida sem Deus no processo. É necessário remendar o passado sem futuro. Ludibriar a consciência e a nova geração com planos de paz e felicidade suicidas.
"É importante para você saber isto: que nos últimos dias vai ser muito difícil ser cristão. Porque as pessoas só amarão a si mesmas e ao dinheiro; serão orgulhosas e fanfarronas, zombarão de Deus, desobedecendo aos pais, sendo ingratas com eles e completamente más. Serão duras de coração e nunca se submeterão aos outros; serão sempre mentirosas e desordeiras, e não se incomodarão com a imoralidade. Serão rudes e cruéis, e escarnecerão daqueles que procuram ser bons. Atraiçoarão seus amigos; serão irascíveis, inchadas de orgulho, e preferirão divertir-se a adorar a Deus", 2 Timóteo 3.1-5 Bíblia Viva
Não bastaram as mortes horrorosas de ícones anticristãos do passado. De um Voltaire berrando nos ouvidos de enfermeiros que declararam nunca mais desejar ver a morte de um zombador. Ironicamente hoje a casa dele é depósito de Bíblias. Não são suficientes os pedidos de perdão de Lênin a mesas e cadeiras por seus pecados. Inútil os prantos de Churchil: “Que tolo fui!” Ou o remorso de Nietzsche, um dos “matadores” de Deus: “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens”.
A hora de passar pelo estreito da morte é certa a todos. Um ladrão condenado recebeu a salvação na última hora mediante clamor a Deus. Outros, livres e prósperos, como o jovem rico, escolheram satisfazer seus próprios interesses e não agradar a Deus. A escolha é individual.
O melhor de tudo é que ainda há esperança aos perdidos.
Jesus está vivo dentro de pessoas que têm nEle a Única Razão de viver. Porque tudo vai passar. Mas quem se arrepender de seus pecados e nEle perseverar atéo fim contra a corrente da impiedade será salvo.
"Deixem de amar este mundo mau e tudo o que ele lhes oferece, pois quando vocês amam estas coisas mostram que realmente não amam a Deus; porque todas estas coisas mundanas, estes maus desejos - a loucura pelo sexo, a ambição de comprar tudo o que atrai vocês e o orgulho que resulta da riqueza e do prestígio não provêm de Deus, e sim do próprio mundo pecaminoso. E este mundo está perecendo, e estas coisas más e proibidas perecerão com ele, mas todo aquele que perseverar em fazer a vontade de Deus, viverá para sempre", 1 João 15-17
José San Martín
'Consagro a Deus o que escrevi'
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