
_José_San_Martín_
A macacaiada da redação da revista de “ciência” Superinteressante volta a atacar a fé cristã neste fim de ano (vou falar da Times e outras no próximo texto). Estão redizendo que a Bíblia está cheia de falhas, foi escrita por homens, como se macacos ou cobras escrevessem alguma coisa... Parecem ter criado (novamente) um grande caso contra Deus, a cristandade e tudo que se nomeie religião. Como fiéis crentes na evolução humana a partir de uma ameba há milhões de anos, os funcionários da Super querem claramente (novamente) vender revista. Ainda que ao custo de atacar o significado maior do Natal de milhões no mundo inteiro que crêem que o Senhor Jesus Cristo veio ao mundo para salvar a humanidade. E mais: que fomos criados por Deus e não há macaco superintessante nenhum na história do ser humano.
Se há macacos evoluídos, eles devem estar entre o pessoal da Super, do Dawkins, do Zé Saramago que disse na semana passada que “a Bíblia é uma tragédia e deveria ser proibida a adolescentes”. Concordo com Saramago sobre o perigo da Bíblia, mas só se for aos propósitos egoístas dele, que só quer aparecer explorando sua condição de premio Nobel e desonestamente fazendo afirmações para a platéia. Saramago é só um idoso famoso que ainda não se libertou do ego inflado. Apesar da afirmação desrespeitosa ele não deu exemplo de ninguém que tenha se tornado uma tragédia depois de ler a Bíblia.
Ainda não vi na Super uma matéria looonga com os cientistas que crêem no desígnio inteligente, no criacionismo e não nas macaquices tanto de Darwin como da redação dessa revista. Por que não, o chefe do fabuloso Projeto Genoma Humano, o cristão e biólogo americano dr. Francis Collins? Cadê o outro lado não-macaco? Cadê a democracia da informação? Cadê o trigo?, como indaga meu amigo dr. Valmir Milhomem. Acredito que falta coragem e honestidade para esses superparentes de símios investigarem a fundo o que chamam de "trevas da religião" ou "crença", pois de repente podem encontrar uma luz e isso seria o fim... das macaquices.
Mas entendo perfeitamente o pessoal da Super. Eles não podem nem sonhar que o ser humano foi criado por Deus. Não têm esse direito. Estão proibidos de acreditar num Deus amoroso, o Único que pode dar sentido à vida. Até porque ficariam desempregados com o fim da revista. Eles precisam dar voz a tudo quanto é idiota-instruído que escreva algo contra a fé, ainda que inconsistente. É preciso manter o ar de que “Deus está morto”, pelo menos nas páginas da revista. Por que se Darwin ou Nietzsche não nocautearam Deus... Se não somos frutos do acaso... Se a Bíblia estiver certa... Tchan-tchan-tchan!...
É justamente a resposta positiva a esse “se... Deus existe” que deve amedrontar os macacos evoluídos da Super. A exemplo do que ocorreu com o Anthony Flew, um homem que, muito antes dos orangotangos evoluídos Daniel Dennett ou Richard Dawkins ou Cristopher Hitchens viverem rosnando contra Deus era Flew a maior referência em argumentos ateus. Filósofo inglês, ele foi sucesso entre acadêmicos de universidades famosas na Europa dos anos 1970. Nessa época, metralhava os cristãos com frases como: “se Deus é invisível, intangível e incompreensível para mortais, então ninguém pode provar que ele existe”.
Pois é, mas a macacada da Superintessante não está interessada em ler a bomba antimacacos darwinianos intitulada: There Is a God: How the World’s Most Notorious Atheist Changed His Mind (Há um Deus: como o mais notório ateu do mundo mudou de idéia). Também poderia receber o título de Como um produtivo e premiado intelectual que pensava que veio do macaco encontrou a verdade na Bíblia criticada por Saramago e a Superinteressante. Acho que a Super e seus macaquinhos darwinianos não estão muito dispostos a dissecar o livro de Anthony Flew publicado no Brasil sob o título de Deus existe. Na obra, o principal filósofo dos últimos cem anos — e que passou mais de cinqüenta defendendo o ateísmo — conta sua experiência de investigação e revisão de conceitos. Em Deus existe, Flew trata de suas origens e crenças iniciais e de como e por que passou a acreditar em Deus.
A mudança de Flew incomodou seus ex-amigos macacóides. Logo que uma entrevista de Flew deísta foi publicada, não faltaram críticas, algumas maldosas. Um exemplo foi o jornalista Mark Oppenheimer. Ele sugeriu que, aos 84 anos, Flew estaria sofrendo de demência. Mas três anos depois Anthony Flew, mais lúcido e racional do que nunca, publicou Deus Existe onde, mesmo baseado em evidências científicas, argumenta de uma forma que é impossível ao leitor não refletir a respeito de seus conceitos. Mas os terríveis pós-bugios não se deram por vencidos: acusaram Flew de ter se valido do co-autor Roy Varghese...
A história de Anthony Flew é superinteressante, mas não para a Super.
Essa revista é o frágil consolo dos inimigos da fé. É a "bíblia" dos esperançosos na não-existência de um Deus que cobra um comportamento moral do ser humano. É o escape inútil dos que não querem saber de inferno e nem, talvez, de céu. É o remendo aos medos inexplicáveis dos que tentam fingir indiferença ao Criador. Por isso, nem tudo que é interessante para a Super tendenciosa, sob a desculpa esfarrapada de “científica” é também interessante para quem quer mais do que uma falsa ciência, mais do que intelectualidade vazia, mais do que pensamentos tão ocos quanto o acaso dos improváveis milhões de anos da mentira evolucionista nunca provada em laboratório.
O incrível, e superinteressante mesmo, é como com tantos ataques baixos o tempo passa, o tempo voa e a Bíblia continua tão atual, suas Verdades tão firmes como há milhares de anos. Deus continua cada dia mais vivo no coração de milhões de crentes em todo o planeta! Isso é milagre. Milagres não têm explicação porque estão além do alcance dos que se consideram pós-macacos. É privilégio de criaturas transformadas em filhos de Deus. (volto à carga no próximo texto...)
“Antes de existir qualquer coisa, Cristo já existia, e estava com Deus. Ele criou tudo o que há - não existe nada que ele não tenha feito. Nele está a vida eterna, e esta vida traz luz a toda a humanidade. A vida dEle é a luz que brilha no meio da escuridão, e nunca pode ser apagada pela escuridão. Embora Ele tenha feito o mundo, não foi reconhecido pelo mundo, quando veio. Mesmo em sua própria terra entre seu próprio povo, os judeus, Ele não foi aceito. Só uns poucos O acolheram e receberam. Mas a todos os que o receberam, Ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. Tudo o que eles precisavam fazer era confiar nEle como Salvador. Todos os que crêem nisto nascem de novo! - não um novo nascimento físico, resultado do desejo humano - mas da vontade de Deus. Cristo tornou-Se um ser humano, e morou aqui na terra entre nós, e era cheio de perdão amoroso e da verdade. E alguns de nós vimos a glória dEle - a glória do Filho único do Pai celeste!”, João 1.1-7,10-14 Bíblia Viva
José San Martín
'Consagro a Deus o que escrevi'
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