_José_San_Martín_Seria o Criador do ser humano um Deus homofóbico? Seria a Bíblia homofóbica? Seria a OMS – Organização Mundial de Saúde e suas autoridades homofóbicas? Seriam as pessoas que reprovaram a enigmática orgia de Ronaldo com travestis homofóbicos? Seriam os evangélicos homofóbicos por protestar democraticamente contra os abusos de uma lei que prevê cinco anos de cadeia para quem opinar contra a prática homossexual? Tenho certeza que a resposta para todas estas perguntas é um grande e sonoro “Não!”.
Deus é amor e ama o pecador, menos suas práticas que o conduzem à morte.
Deus é vida, logo, como um ser Supremo e Onisciente, sempre soube que a conduta temerária das pessoas as levam à morte. Ao advertir contra o homossexualismo Deus apenas, num ato de amor, tenta evitar que sua criatura desça ao abismo.
(Por exemplo, ao advertir contra prostituição Deus tinha clara a realidade das doenças sexualmente transmissíveis, a desagregação da célula-mãe da sociedade, a família, a tragédia dos adolescentes infratores, os abusos sexuais, a criminalidade, os traumas psicológicos, a deformação dos descendentes de sifilíticos e outros portadores de moléstias adquiridas na busca errada por prazer que só tem final feliz num casamento. Etc., etc.)
Os Preceitos de Amor que acendem o sinal vermelho à prática homossexual estão há séculos nas Escrituras Sagradas. São palavras duras, sim, porque não se pode brincar com aquilo que é mais precioso: a vida humana. Como um Pai amoroso que sabe os perigos que rondam os filhos amados ignorantes do resultado final de suas ações, Deus condena a tentativa de se tornar natural o que sempre será anormal, a sempre-mentira em verdade, a sempre-escuridão em luz.
A OMS enfim desmascarou a manipulação por pelo menos 25 anos da triste realidade da AIDS e demais conseqüências do amor invertido: Nunca houve grupos de risco no casamento heterossexual. Os sempre-grupos de risco foram e são homossexuais. A disseminação da AIDS esteve sempre ligada à prática homossexual. É a verdade cristalina que nada tem a ver com homofobia.
Deus é amor e ama o pecador, menos suas práticas que o conduzem à morte.
Deus é vida, logo, como um ser Supremo e Onisciente, sempre soube que a conduta temerária das pessoas as levam à morte. Ao advertir contra o homossexualismo Deus apenas, num ato de amor, tenta evitar que sua criatura desça ao abismo.
(Por exemplo, ao advertir contra prostituição Deus tinha clara a realidade das doenças sexualmente transmissíveis, a desagregação da célula-mãe da sociedade, a família, a tragédia dos adolescentes infratores, os abusos sexuais, a criminalidade, os traumas psicológicos, a deformação dos descendentes de sifilíticos e outros portadores de moléstias adquiridas na busca errada por prazer que só tem final feliz num casamento. Etc., etc.)
Os Preceitos de Amor que acendem o sinal vermelho à prática homossexual estão há séculos nas Escrituras Sagradas. São palavras duras, sim, porque não se pode brincar com aquilo que é mais precioso: a vida humana. Como um Pai amoroso que sabe os perigos que rondam os filhos amados ignorantes do resultado final de suas ações, Deus condena a tentativa de se tornar natural o que sempre será anormal, a sempre-mentira em verdade, a sempre-escuridão em luz.
A OMS enfim desmascarou a manipulação por pelo menos 25 anos da triste realidade da AIDS e demais conseqüências do amor invertido: Nunca houve grupos de risco no casamento heterossexual. Os sempre-grupos de risco foram e são homossexuais. A disseminação da AIDS esteve sempre ligada à prática homossexual. É a verdade cristalina que nada tem a ver com homofobia.
Nesse sentido, vale lembrar que os médicos preocupados com a disseminação da superbactéria MRSA não são homofóbicos por alertar sobre o risco de uma epidemia incontrolável para além das mortes de nove mil homens gays nos EUA.
O Deus de amor sempre quis proteger suas criaturas dessa conseqüência. Por isso trata claramente do assunto nas páginas das Escrituras Sagradas.
A namorada, os fãs e as pessoas que fizeram chacota, piadas e rejeitaram a história de Ronaldo x travestis seriam homofóbicas por opinarem contrariamente à situação vexatória do atacante? Na verdade, talvez nem Ronaldo seja homofóbico ao imprimir uma imagem negativa aos homossexuais que contratou, já que esse é o pano de fundo de suas explicações ao público.
Como servos de Jesus Cristo, os evangélicos nada têm a ver com homofobia. Nunca deixarão de amar os homossexuais e de orar por eles. E é justamente por serem servos de Cristo que ecoam o alerta divino sobre os resultados nefastos da prática homossexual. Não podem deixar de cumprir a ordem dada por Deus:
“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho — poder de Deus para salvação de TODO aquele que crê — para TODA criatura”, Marcos 16.15, Romanos 1.16
A verdade nunca estará por baixo mesmo diante do rolo compressor da mentira que tenta convencer pelo cansaço. Enquanto o ser humano insiste em desmentir a Deus e Sua Verdade Absoluta, vai seguir enganando a si mesmo diante de resultados mortais, pois o salário do pecado é a morte.
“O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”, Romanos 6.23
Enquanto há vida há esperança a alguém saudável ou a um aidético, sifilítico ou aos que contraíram doenças pelas vias tortuosas do amor desvirtuado pela dureza do coração humano. Afirmar isso nunca será homofobia, pois a Verdade independe de acolhimento ou não. Os preceitos de Deus permanecerão os mesmos eternamente, queira ou não a sociedade.
“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. O mundo passa, e a sua concupiscência [loucura pelo sexo, consumismo]; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”, Mateus 24.35, 1 João 2.17
José San Martín
'Consagro a Deus o que escrevi'
Por favor, reproduza nossos conteúdos à vontade, mas dê os devidos créditos ao autor e ao blog http://www.caosperanca.blogspot.com/ - Deus o(a) abençoe!
O Deus de amor sempre quis proteger suas criaturas dessa conseqüência. Por isso trata claramente do assunto nas páginas das Escrituras Sagradas.
A namorada, os fãs e as pessoas que fizeram chacota, piadas e rejeitaram a história de Ronaldo x travestis seriam homofóbicas por opinarem contrariamente à situação vexatória do atacante? Na verdade, talvez nem Ronaldo seja homofóbico ao imprimir uma imagem negativa aos homossexuais que contratou, já que esse é o pano de fundo de suas explicações ao público.
Como servos de Jesus Cristo, os evangélicos nada têm a ver com homofobia. Nunca deixarão de amar os homossexuais e de orar por eles. E é justamente por serem servos de Cristo que ecoam o alerta divino sobre os resultados nefastos da prática homossexual. Não podem deixar de cumprir a ordem dada por Deus:
“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho — poder de Deus para salvação de TODO aquele que crê — para TODA criatura”, Marcos 16.15, Romanos 1.16
A verdade nunca estará por baixo mesmo diante do rolo compressor da mentira que tenta convencer pelo cansaço. Enquanto o ser humano insiste em desmentir a Deus e Sua Verdade Absoluta, vai seguir enganando a si mesmo diante de resultados mortais, pois o salário do pecado é a morte.
“O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”, Romanos 6.23
Enquanto há vida há esperança a alguém saudável ou a um aidético, sifilítico ou aos que contraíram doenças pelas vias tortuosas do amor desvirtuado pela dureza do coração humano. Afirmar isso nunca será homofobia, pois a Verdade independe de acolhimento ou não. Os preceitos de Deus permanecerão os mesmos eternamente, queira ou não a sociedade.
“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. O mundo passa, e a sua concupiscência [loucura pelo sexo, consumismo]; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”, Mateus 24.35, 1 João 2.17
José San Martín
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