_José_San_Martín_A fila do troca-troca de corpos famosos voltou a andar. Elba 57 se separou de Gaetano 31. Assim como Gianechini 33 de Gabriela 58 há dois anos. Até onde vão Suzana 64 e Marcelo 38? Tomara que dure mais que a média de 8 anos, tempo de o idoso famoso aturar a cara do jovem famoso ou não e vice-versa. A mulher ainda em desvantagem devido às curvas da carcaça avariada pela entropia que afrouxa e corrompe tudo que é empinado, liso, sedoso, firme e pretensamente imortal. Haja amor real para fazer com que o jovem conviva por mais tempo com a carne trêmula do companheiro senil. Isso tem o nome de jugo desigual. Nem a cerimônia no civil há dois anos e tampouco o casamento no religioso há sete meses salvou Elba 57 e Gaetano 31 após mais de dez anos de elo frágil.
Nem vamos falar de Wilker sessentão, Cuoco setentão, e tantos outros famosos que, por isso mesmo, não se permitem ter intimidade preservada. Triste mesmo foi o fim de Grande Otelo que resumiu suas glórias pouco antes de morrer sem elo algum, ao declarar: “Não tenho amigos”. Por certo lhe fariam coro Cláudio Castro esquecido no retiro dos ex-famosos, Joaquinzão da CGT, doente esquecido até à morte num hospital, longe dos bons tempos de negociações com presidentes da República sob holofotes da mídia, etc.
Todos querem companhia, amigos, amor, paz e felicidade. É o anseio comum nesta vida passageira. Mas a conquista dessa satisfação independe de fama ou riqueza. Passa pela observância de princípios estabelecidos pelo Criador do ser humano. Que princípios?
Sexo e felicidade real só existem no casamento. O resto não passa de manipulação mútua de sentimentos, prostituição e troca de corpos na confusão entre cópula e amor. Quanto mais cópulas, mais o sentimento de incompletude. Quanto mais parceiros, mais solidão. Quanto mais conquistas, mais pobreza sentimental. Quanto mais aventuras, mais sonhos frustrados e contusões passionais após pular cercas.
O nosso corpo, alma e mente não são nossa propriedade. Pode-se ignorar esta verdade, dizer que se vive de acordo com o nariz. Mas o vazio, a incerteza, a felicidade de areia comprova a decadência dos protagonistas. Teremos de prestar contas do que fizermos por meio do corpo. Se não fosse assim não existiriam psicólogos, psiquiatras, psicanalistas. Bem como psicólogos para tratar de psicólogos.
Tudo que se deseja é ser feliz. Apenas segurança de amar e ser amado. Mas é justamente aí que está o gargalo: Sem passar pelo processo estabelecido por Deus, a satisfação, a felicidade, o verdadeiro amor são inatingíveis!
Por isso os estudiosos do comportamento alegam ser a felicidade algo impossível de se viver plenamente. Uma utopia. Um produto caríssimo atrás de uma vitrine luxuosa. São sabem o que é felicidade e alegria por viverem de acordo com suas mentes decadentes, desvirtuadas e indiferentes aos Preceitos de Deus.
Regras? Nada disso. Libertinagem travestida de liberdade. Pecado e culpa? Isso não existe e é uma invenção judaico-cristã? Arrependimento, confissão de erros? Consciências cauterizadas pelo fogo da iniqüidade, que é o pecado consciente.
Nessa trilha, os elos não têm nenhuma consistência. A célula-mãe da sociedade se torna um negócio e quando muito uma tentativa “para ver no que vai dar”. E persegue-se o ciclo infame na fila da prostituição, da reciclagem de fluídos corporais.
Mas a felicidade existe. E pode ser experimentada nesta realidade decadente, pois a promessa da restauração do elo entre Deus e o ser humano criado por obra de suas mãos foi cumprida em e por Jesus Cristo.
Nos tempos de Jesus havia uma mulher “da vida” que fazia a fila andar. Um bando de fariseus a flagraram no ato de prostituição e a levaram a Jesus e perguntaram se Ele apoiava o apedrejamento previsto na Lei. Mas foi a melhor coisa que lhe aconteceu, apesar da vulnerabilidade refletida em sua nudez da cintura para cima.
“Quem não tem pecados pode começar o apedrejamento”, disse Jesus ao grupo de hipócritas, entre os quais possivelmente alguns amantes da infeliz.
Todos vão embora envergonhados. Fica Jesus e a mulher. Nesse momento ela espera o pior, pois sabe que Ele poderia condená-la. Mas as palavras que ouve marcam o fim de sua existência vazia.
"Então Jesus endireitou o corpo e disse: — Mulher, onde estão eles? Não ficou ninguém para condenar você? Ninguém, senhor! — respondeu ela. Jesus disse: — Pois eu também não condeno você. Vá e não peque mais!", João 8.10,11
A carga de poder libertador nas palavras de Deus foi suficiente para por fim à busca de amor nos braços de múltiplos parceiros. Ela ouviu de Jesus e experimentou algo como: “Receba o Meu Amor. Saia dessa fila infame. Você tem um valor e a partir de hoje será uma pessoa digna, feliz e completa!”.
Cansado (a) de conquistas? Quer parar a roda da humilhação mútua consentida? O amor de Deus pode fazer de você alguém feliz. Arrependa-se de seus pecados, peça perdão e entregue sua vida nas mãos de Deus.
Felicidade não é um mistério. Todos podem ser felizes com Jesus.
Quero que valorize o que você tem.
Você é um ser, você é alguém tão importante para Deus.
Nada de ficar sofrendo angústia e dor,
Neste seu complexo interior dizendo, às vezes, que não é ninguém...
Eu venho falar do valor que você tem!
Ele está em você o Espírito Santo se move em você até com gemidos inexprimíveis.
Aí você pode então perceber que pra Ele há algo importante em você.
Por isso levante e cante exalte ao Senhor!
Você tem valor o Espírito Santo se move em você!
José San Martín
'Consagro a Deus o que escrevi'
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