_José_San_Martín_Um presidente mundialmente famoso por seu hábito de tomar cachaça e tentar expulsar o repórter que escreveu sobre o assunto agora fala outra bobagem ao defender que fumantes possam fumar em qualquer lugar. Está a contrariar projeto de seu próprio governo, de acabar com os fumódromos em quaisquer locais. Por sua vez, o ministro da Saúde defende em audiência no Supremo Tribunal o assassinato de bebês anencéfalos, mesmo sem saber o que é um bebê nessas condições (nem médicos sabem, nem cientistas sabem como diagnosticar a anencefalia). Lamentavelmente, as autoridades de plantão no Brasil estão rumando a caminhos temerários. Usam sua autoridade para tratar assuntos complexos como se o fato de ocupar uma posição num dos poderes da República lhes dessem o direito de fazer o que seus cérebros instruídos e decadentes moralmente entendem ser correto. Imaginam que ficarão sem conseqüências graves o exercício de sua megalomania.
Ninguém é preciso se especialista para perceber que, apesar da ignorância em vários assuntos, estão a contrariar o bom senso. Se acham no direito de julgar e decidir se um ser humano deve viver ou não, até porque já decidiram que esse ser pode ser qualquer coisa, menos uma pessoa, como ocorreu na liberação do primeiro aborto nos Estados Unidos. Na verdade há todo um sistema assassino trabalhando contra inocentes e indefesos bebês.
Um bebê anencéfalo, Marcela, sobreviveu por oito meses e colocou todo emaranhado médico-científico na lata do lixo. Nas entrelinhas das notícias a própria imprensa engajada não disfarça sua revolta com a criancinha: “Por que essa Marcela tinha de viver tanto tempo?”, “Como essa criança pode ter sobrevivido?”, “Por que esse bebê teve de existir?”. Senão leiamos o que saiu na Folha Online:
A menina, caso raro na medicina e que sobreviveu graças à intensa medicação [notem a ênfase do repórter] contrariou todos os prognósticos médicos --a grande maioria dos anencéfalos morre em até 72 horas após o nascimento-- e se transformou em ícone de grupos antiaborto [aqui ele tem de se render ao que não entende, ao que foge de sua limitação racional e jornalística].
Ignorantes. Esquecem-se ou estão indiferentes ao fato de que a vida é dom de Deus. É algo que foge ao tato de doutores que não sabem nada mais — e quando muito, vagamente — como ocorrem os processos. Só. É algo parecido como uma criatura fabricar uma fruta de plástico e o Criador criar a fruta misteriosamente suculenta por meio de vários processos extraordinários da semente à flor.
Os defensores da morte podem arranjar argumentos e defendê-los, como o faz o aborteiro de plantão no Ministério da Saúde. Justamente como os bispos vasectomizados, ele confunde promiscuidade com questão de saúde pública; tentam dissimular as terríveis conseqüências da irresponsabilidade com desculpas esfarrapadas para aliviar a consciência. Tentam se firmar na opinião da maioria para abafar a racionalidade e a Verdade incômoda. Noticiou a Agência Estado:
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que não há sentido em manter gestações de fetos anencéfalos quando a mãe não quer se submeter a uma gravidez que em 100% dos casos resultará em morte em pouco tempo. Segundo ele, os sistemas público e privado de saúde têm condições de diagnosticar a anencefalia com exames simples de ecografia. "Há certeza absoluta de morte (dos fetos com anencefalia)", afirmou [contrariando opiniões de especialistas já ouvidos na audiência no Supremo sobre a impossibilidade de um diagnóstico exato].
É mais fácil a essas autoridades decidir assassinar um bebezinho doente que possa “dar prejuízo” ao sistema de saúde falido, tanto por sua incompetência em impedir que os recursos vão para o ralo da corrupção quanto pelo desrespeito aos direitos humanos. É-lhes difícil reconhecer o direito à vida. Os recursos do orçamento nacional nunca serão suficientes aos ratos que, em apenas dez anos, corroeram mais de R$ 3 bilhões!
É mais fácil chamar o aborto-assassinato de “problema social” do que reconhecer e tomar medidas contra a prostituição, além do chavão “use camisinha”. Falta autoridade de fato para enquadrar os irresponsáveis que geram uma vida para depois simplesmente descartá-la como “coisa”. Chamam o pequeno ser humano de “feto” tentando esconder que a única diferença entre ele e nós é o tempo e a nutrição.
Sem falar na incompetência dos nobres legisladores em transferir forçosamente a competência de legislar sobre a quesão ao Judiciário por vagabundagem e irresponsabilidade. Há muito joio e quase nenhum trigo no Congresso. Mas mesmo o debate no Supremo Tribunal é uma prova de que se está tentando lidar com algo que foge ao domínio de homens falíveis. Reitero: ministros que entendem bulufas de origem da vida e anencefalia a ouvir especialistas que apenas sabem precariamente como as coisas funcionam. Precisam formar opinião para ver se aprovam a matança com mais certeza.
Mas há vozes de alerta e esperança mesmo em meio ao coro do assassinato.
O obstetra Dernival da Silva Brandão fez um discurso entusiasmado na terceira audiência pública no STF (Supremo Tribunal Federal) para discutir a interrupção da gravidez em casos de fetos anencéfalo. O médico citou o nazismo ao dizer que a interrupção da gravidez nesses casos é uma atitude de eugenia (teoria que defende o controle social como forma de melhorar as raças).
Brandão usou argumentos que já haviam sido utilizados nas outras audiências, chamando de "aborto" a interrupção da gravidez. Ele também questionou o fato de as crianças anencéfalas respirarem e terem um coração que bate, dizendo que a morte não devia ser determinada apenas pelo eletroencefalograma, que considera somente a atividade cerebral. Atualmente, a morte de um indivíduo é constatada legalmente pela morte cerebral.Já a endocrinologista Ieda Therezinha Verreschi também foi ouvida e defendeu a proibição da interrupção de parto. Ela afirmou que a abordagem da medicina no STF até agora vinha de uma única perspectiva e mostrou que anencéfalos podem ter até a hipófise, glândula que regula o funcionamento hormonal do corpo. Para ela, retirar o bebê do útero antes do momento do parto seria "um retorno da sociedade à barbárie".
A médica pediatra Cinthia Specian também discordou do argumento de que bebês anencéfalos não têm vida por não terem cérebro. Ela aprensentou um estudo feito nos Estados Unidos com doze bebês nascidos vivos com diagnóstico de anencefalia e que persistiam com sinais clínicos de atividade cerebral por um período maior do que sete dias. Esses sinais seriam movimento dos olhos, resposta a reflexos, audição e respiração espontânea. Cinthia afirmou ainda que o protocolo para diagnóstico de morte encefálica indicado pelo Conselho Federal de Medicina só pode ser aplicado a um paciente que tenha mais de sete dias de vida extra-uterina. (UOL)
E apesar de todas essas evidências, o complô da morte vai mobilizar todo aparato macabro para que o governo “economize” com os indefesos bebês (mas tenha prejuízos incalculáveis com depressões, traumas, psicoses e suicídios de mulheres que se acham no direito de matar o que o rei Davi cantou como insondável).
"Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia", Salmos 139.14-16
"Eu te louvo porque deves ser temido. Tudo o que fazes é maravilhoso, e eu sei disso muito bem. Tu viste quando os meus ossos estavam sendo feitos, quando eu estava sendo formado na barriga da minha mãe, crescendo ali em segredo, tu me viste antes de eu ter nascido. Os dias que me deste para viver foram todos escritos no teu livro quando ainda nenhum deles existia", Linguagem de Hoje
Muitos juízes, cientistas, médicos e pessoas comuns desconhecem os preceitos estabelecidos pelo Criador da vida, o único Competente para definir como e quando devemos morrer. Ele deixou Seus mandamentos e orientações em Sua carta aos homens, a Bíblia Sagrada. Tratem-na como lenda ou mera "crença", desprezem seus ensinamentos, mas depois colham os resultados amargos.
O dr. Dernival Brandão, obstetra, fez alusão às loucuras do nazismo. Mas parece que para a sociedade pós-moderna a História não serve para tomarmos as lições necessárias a ser observadas hoje. Exatamente hoje, quando se envereda pelo mesmo caminho de um louco que chegou ao poder na Alemanha. Um louco que assassinou milhões de seres humanos declarados coisas descartáveis por conta de uma ideologia que escondia seus reais interesses.
"Com Deus, o Senhor, estou seguro. Não adianta me dizerem: "Fuja como um pássaro para as montanhas porque os maus já armaram os seus arcos e de tocaia apontam as flechas para atirar nas pessoas direitas. O que pode fazer a pessoa honesta quando as leis e os bons costumes são desprezados? O Senhor Deus está no seu santo Templo; o seu trono está no céu. Ele vê todas as pessoas e sabe o que elas fazem. O Senhor examina os que lhe obedecem e também aqueles que são maus; com todo o coração ele detesta os que gostam de praticar violências. O Senhor faz o que é certo e ama a honestidade; as pessoas que são obedientes a ele viverão na sua presença", Salmos 11
Os verdadeiros discípulos de Cristo devem ser intrépidos na defesa da vida. Ninguém pode decidir pela morte de ninguém. Todos somos seres falíveis e dependentes do amor divino e sua Graça. Temos o desafio de remar contra as correntes dos argumentos malignos presentes nos debates tendentes à matança indiscriminada.
Todos responderemos por nossas atitudes individuais ou coletivas que contrariem os desígnios do Criador, creiamos nEle ou não, reconheçamos suas leis ou não. É como ocorre com a lei da gravidade, por exemplo: independentemente de o sujeito ser juiz ou lavrador, gordo ou magro, se pular do telhado ficará contundido.
Esta sociedade ímpia está pulando de uma torre de perversidade.
"Vi também os mortos, tanto os importantes como os humildes, que estavam de pé diante do trono. Foram abertos livros, e também foi aberto outro livro, o Livro da Vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que cada um havia feito, conforme estava escrito nos livros.", Apocalipse 20.12
José San Martín
'Consagro a Deus o que escrevi'
Por favor, reproduza nossos conteúdos à vontade, mas dê os devidos créditos ao autor e ao blog http://www.josesanmartin.com.br/ - Deus o(a) abençoe!
Ignorantes. Esquecem-se ou estão indiferentes ao fato de que a vida é dom de Deus. É algo que foge ao tato de doutores que não sabem nada mais — e quando muito, vagamente — como ocorrem os processos. Só. É algo parecido como uma criatura fabricar uma fruta de plástico e o Criador criar a fruta misteriosamente suculenta por meio de vários processos extraordinários da semente à flor.
Os defensores da morte podem arranjar argumentos e defendê-los, como o faz o aborteiro de plantão no Ministério da Saúde. Justamente como os bispos vasectomizados, ele confunde promiscuidade com questão de saúde pública; tentam dissimular as terríveis conseqüências da irresponsabilidade com desculpas esfarrapadas para aliviar a consciência. Tentam se firmar na opinião da maioria para abafar a racionalidade e a Verdade incômoda. Noticiou a Agência Estado:
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que não há sentido em manter gestações de fetos anencéfalos quando a mãe não quer se submeter a uma gravidez que em 100% dos casos resultará em morte em pouco tempo. Segundo ele, os sistemas público e privado de saúde têm condições de diagnosticar a anencefalia com exames simples de ecografia. "Há certeza absoluta de morte (dos fetos com anencefalia)", afirmou [contrariando opiniões de especialistas já ouvidos na audiência no Supremo sobre a impossibilidade de um diagnóstico exato].
É mais fácil a essas autoridades decidir assassinar um bebezinho doente que possa “dar prejuízo” ao sistema de saúde falido, tanto por sua incompetência em impedir que os recursos vão para o ralo da corrupção quanto pelo desrespeito aos direitos humanos. É-lhes difícil reconhecer o direito à vida. Os recursos do orçamento nacional nunca serão suficientes aos ratos que, em apenas dez anos, corroeram mais de R$ 3 bilhões!
É mais fácil chamar o aborto-assassinato de “problema social” do que reconhecer e tomar medidas contra a prostituição, além do chavão “use camisinha”. Falta autoridade de fato para enquadrar os irresponsáveis que geram uma vida para depois simplesmente descartá-la como “coisa”. Chamam o pequeno ser humano de “feto” tentando esconder que a única diferença entre ele e nós é o tempo e a nutrição.
Sem falar na incompetência dos nobres legisladores em transferir forçosamente a competência de legislar sobre a quesão ao Judiciário por vagabundagem e irresponsabilidade. Há muito joio e quase nenhum trigo no Congresso. Mas mesmo o debate no Supremo Tribunal é uma prova de que se está tentando lidar com algo que foge ao domínio de homens falíveis. Reitero: ministros que entendem bulufas de origem da vida e anencefalia a ouvir especialistas que apenas sabem precariamente como as coisas funcionam. Precisam formar opinião para ver se aprovam a matança com mais certeza.
Mas há vozes de alerta e esperança mesmo em meio ao coro do assassinato.
O obstetra Dernival da Silva Brandão fez um discurso entusiasmado na terceira audiência pública no STF (Supremo Tribunal Federal) para discutir a interrupção da gravidez em casos de fetos anencéfalo. O médico citou o nazismo ao dizer que a interrupção da gravidez nesses casos é uma atitude de eugenia (teoria que defende o controle social como forma de melhorar as raças).
Brandão usou argumentos que já haviam sido utilizados nas outras audiências, chamando de "aborto" a interrupção da gravidez. Ele também questionou o fato de as crianças anencéfalas respirarem e terem um coração que bate, dizendo que a morte não devia ser determinada apenas pelo eletroencefalograma, que considera somente a atividade cerebral. Atualmente, a morte de um indivíduo é constatada legalmente pela morte cerebral.Já a endocrinologista Ieda Therezinha Verreschi também foi ouvida e defendeu a proibição da interrupção de parto. Ela afirmou que a abordagem da medicina no STF até agora vinha de uma única perspectiva e mostrou que anencéfalos podem ter até a hipófise, glândula que regula o funcionamento hormonal do corpo. Para ela, retirar o bebê do útero antes do momento do parto seria "um retorno da sociedade à barbárie".
A médica pediatra Cinthia Specian também discordou do argumento de que bebês anencéfalos não têm vida por não terem cérebro. Ela aprensentou um estudo feito nos Estados Unidos com doze bebês nascidos vivos com diagnóstico de anencefalia e que persistiam com sinais clínicos de atividade cerebral por um período maior do que sete dias. Esses sinais seriam movimento dos olhos, resposta a reflexos, audição e respiração espontânea. Cinthia afirmou ainda que o protocolo para diagnóstico de morte encefálica indicado pelo Conselho Federal de Medicina só pode ser aplicado a um paciente que tenha mais de sete dias de vida extra-uterina. (UOL)
E apesar de todas essas evidências, o complô da morte vai mobilizar todo aparato macabro para que o governo “economize” com os indefesos bebês (mas tenha prejuízos incalculáveis com depressões, traumas, psicoses e suicídios de mulheres que se acham no direito de matar o que o rei Davi cantou como insondável).
"Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia", Salmos 139.14-16
"Eu te louvo porque deves ser temido. Tudo o que fazes é maravilhoso, e eu sei disso muito bem. Tu viste quando os meus ossos estavam sendo feitos, quando eu estava sendo formado na barriga da minha mãe, crescendo ali em segredo, tu me viste antes de eu ter nascido. Os dias que me deste para viver foram todos escritos no teu livro quando ainda nenhum deles existia", Linguagem de Hoje
Muitos juízes, cientistas, médicos e pessoas comuns desconhecem os preceitos estabelecidos pelo Criador da vida, o único Competente para definir como e quando devemos morrer. Ele deixou Seus mandamentos e orientações em Sua carta aos homens, a Bíblia Sagrada. Tratem-na como lenda ou mera "crença", desprezem seus ensinamentos, mas depois colham os resultados amargos.
O dr. Dernival Brandão, obstetra, fez alusão às loucuras do nazismo. Mas parece que para a sociedade pós-moderna a História não serve para tomarmos as lições necessárias a ser observadas hoje. Exatamente hoje, quando se envereda pelo mesmo caminho de um louco que chegou ao poder na Alemanha. Um louco que assassinou milhões de seres humanos declarados coisas descartáveis por conta de uma ideologia que escondia seus reais interesses.
"Com Deus, o Senhor, estou seguro. Não adianta me dizerem: "Fuja como um pássaro para as montanhas porque os maus já armaram os seus arcos e de tocaia apontam as flechas para atirar nas pessoas direitas. O que pode fazer a pessoa honesta quando as leis e os bons costumes são desprezados? O Senhor Deus está no seu santo Templo; o seu trono está no céu. Ele vê todas as pessoas e sabe o que elas fazem. O Senhor examina os que lhe obedecem e também aqueles que são maus; com todo o coração ele detesta os que gostam de praticar violências. O Senhor faz o que é certo e ama a honestidade; as pessoas que são obedientes a ele viverão na sua presença", Salmos 11
Os verdadeiros discípulos de Cristo devem ser intrépidos na defesa da vida. Ninguém pode decidir pela morte de ninguém. Todos somos seres falíveis e dependentes do amor divino e sua Graça. Temos o desafio de remar contra as correntes dos argumentos malignos presentes nos debates tendentes à matança indiscriminada.
Todos responderemos por nossas atitudes individuais ou coletivas que contrariem os desígnios do Criador, creiamos nEle ou não, reconheçamos suas leis ou não. É como ocorre com a lei da gravidade, por exemplo: independentemente de o sujeito ser juiz ou lavrador, gordo ou magro, se pular do telhado ficará contundido.
Esta sociedade ímpia está pulando de uma torre de perversidade.
"Vi também os mortos, tanto os importantes como os humildes, que estavam de pé diante do trono. Foram abertos livros, e também foi aberto outro livro, o Livro da Vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que cada um havia feito, conforme estava escrito nos livros.", Apocalipse 20.12
José San Martín
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