_José_San_Martín_O gayzismo não pode tachar de homofóbicos os moradores da rua Frei Caneca descontentes com projeto de um militante homossexual para que a via seja a primeira rua gay do Brasil. Apesar de que a polêmica se dá numa São Paulo onde a rua Augusta é informalmente a “rua da prostituição” ou dos “profissionais” na venda de corpo para prazer alheio. Parece que, se depender da população e empresários a Caneca não vai entornar. A idéia copia projetos implantados em países que se renderam ao rolo compressor da prática homossexual.
O certo é que teria de haver ruas oficiais para outras categorias sociais, como os negros, os deputados joio e trigo, os católicos, os budistas, as donas de casa, os traficantes, os evangélicos, os movimentos “sociais”, etc. Aqui está o xis da questão: um segmento social querer distinção. O espaço público é de todos, logo se algum dia algum legislador conceder tal direito a um grupo exclusivo tem de dar a todos. Eu, por exemplo, vou querer uma só pra mim e todos os demais blogueiros do País. Ah vou!
Na última quinta [24], a Samorcc (Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro de Cerqueira César) enviou uma convocatória aos prédios da rua para que os condôminos compareçam a uma assembléia programada para depois de amanhã na casa paroquial da igreja local para discutir e votar o assunto. Presidente afastada e advogada do grupo, Célia Marcondes Smith, que já fez campanha contra as boates gays Ultralounge e SoGo nos Jardins, diz ser contra a transformação da rua em reduto gay. "Por que na Frei Caneca, gente? Tem um padre ali, tem uma igreja. Vai passear em qualquer canto do bairro", diz.
Outro dia o aclamado jornalista e escritor Guilherme Fiúza, de Meu nome não é Jhonny escreveu sobre o que chamou de "moralismo gay", em relação ao projeto da homofobia que tramita no Congresso. Para Fiúza seria complicado morar num país em que a maioria das pessoas posam continuar a ser desrespeitadas e uma classe possa mandar para a cadeia quem as demitir, recusar locações, ou simplesmente denunciarem alguém que as tenha olhado torto. Mais de duzentas pessoas comentaram o assunto em apoio ao jornalista. Eu que esperava que uma posição dessas viesse do Bento XVI ou do Silas Malafaia... Leia o texto no blog do Fiúza.
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Ironias à parte... O desejo comum é que todos vivam em liberdade sem ultrapassar limites de ninguém. Na sociedade aqueles que querem viver de forma alternativa sofrerão suas conseqüências maiores, mas todos são vítimas da maldade reinante, sejam gays, religiosos, negros, prostitutas ou os meramente pobres sem justiça, sem-teto, sem-segurança, sem-lei protetora.
No ano passado a empregada doméstica negra e evangélica Sirley Dias de Carvalho foi brutalmente espancada num ponto de ônibus porque os filhinhos de papai. Na delegacia se justificaram alegando que “acharam que eram uma prostituta”. Um dos papais reclamou do possível trauma que suas “crianças”, na verdade marmanjos criados sem limites, poderiam sofrer na prisão.
Nós, pais, não temos culpa disso. Eles cometeram um erro. Essa agressão foi um absurdo e devem pagar por isso. Mas não junto com outros bandidos. São primários e estudam. Foi um deslize na vida deles” [disse Ludovico Ramalho Bruno, pai de um dos criminosos].
Brasil que prende ladrões de manteiga, leite e panos de prato e solta banqueiros e políticos que roubam milhões...
Brasil dos espancamentos gratuitos de pessoas simples. Queima de índios. Ataques a homossexuais. Brasil onde morrem negros, prostitutas, adolescentes infratores, crianças inocentes e pais de família na onda de violência. Nesse quadro, o homossexual não morre meramente por ser o que é, tanto quanto os demais cidadãos violentados.
Repito: o desrespeito a direitos fundamentais atinge a todos. Ricos brancos talvez sofram um pouco menos. Alguns com dinheiro em boa parte subtraída ilegalmente em negociatas no Executivo, Legislativo e Judiciário — como apontam as intermináveis operações da PF. É o maior problema deles. Por ser um DINHEIRO MALDITO – nunca será desfrutado em paz, ou sem cânceres, ou ainda sem ataques cardíacos ou mortes misteriosas que tardam, mas não falham.
Pois bem, também quero a minha rua. Mas não de asfalto ou chão batido neste mundo decadente. O Senhor Jesus falou em João 14 de "muitas moradas" na casa do Pai que foi preparar aos seus servos. No Apocalipse João relata o esplendor da cidade celestial.
"E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente", Apocalipse 21.21
Quero ruas de ouro e de cristal, preparadas àqueles que servem a um Rei Todo-Poderoso.
“As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam”, 1 Coríntios 2.9
Quer você habitar por toda a eternidade nessa cidade? O convite já foi feito a todos de todas as classes sociais, com rua ou sem rua! Basta você aceitar e se preparar para entrar nela.
“Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus”, Mateus 5.8
José San Martín
'Consagro a Deus o que escrevi'
Por favor, reproduza nossos conteúdos à vontade, mas dê os devidos créditos ao autor e ao blog http://www.caosperanca.blogspot.com/ - Deus o(a) abençoe!


3 comentários:
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Hello Joseph
Passei para apreciar seu trabalho nos dois sentidos: ler e por preço alto, pois a "mercadoria" é boa.
Nos tempos da facu fui enganado pelo corretor e comprei um ap na Frei Caneca.
Deus é bom. Não permitiu que eu morasse lá. He he he!
Deus abeçoe você com a inspiração de cada dia para nos oferecer os ótimos textos de sempre.
Prá frente meu Irmão.
Um abraço cristão de Sampa.
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O senhor é muito generoso... Mas como esse mundo é pequeno (jamais passaria pela minha cabeça que João Cruzué quase se torna morador da Caneca, hehe)! Se tivesse comprado o terreno engrossaria a turma do não, hehe. É o direito democrático.
Abração!
O senhor é muito generoso... Mas como esse mundo é pequeno (jamais passaria pela minha cabeça que João Cruzué quase se torna morador da Caneca, hehe)! Se tivesse comprado o terreno engrossaria a turma do não, hehe. É o direito democrático.
Abração!
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