Aborto não é uma questão religiosa. Esse tem sido o argumento desonesto e falso dos defensores dessa prática anticristã, de pessoas que não temem a Deus. É tentar rotular qualquer pessoa que é contra o aborto como coisa de religião retrógrada. Mas a verdade incômoda é que aborto não é uma questão religiosa, e sim uma questão científica, especificamente biológica.A Biologia comprova com farta documentação que a vida começa na concepção. E ela é contínua, quer intra ou extrauterina até a morte. Quem determina isso é a Ciência, não é a religião e nem a Teologia. O leitor pode se perguntar: mas por que essa discussão se a vida começa na concepção ou não? Por que a vida começa na concepção significa que aborto é matar uma vida!
A Biologia, a Genética, a Embriologia fundamentam a humanidade da criança desde o ventre. Você sabe qual é a diferença entre o óvulo fecundado e você? O tempo e a nutrição! O óvulo fecundado tem um dia, uma semana, três meses, quatro meses e você tem 20 anos, 30 anos, 40 anos ou 50 anos. O óvulo fecundado se alimenta dos nutrientes do fluído amniótico, daquela cápsula que o protege e você come arroz, feijão, carne. Significa, então, que o embrião é humano.
O embrião é uma pessoa porque no seu desenvolvimento ele não pode se tornar outra coisa a não ser pessoa. Nenhum corpo vivo pode tornar-se pessoa a não ser que já seja pessoa. Ser e humanidade não estão em ordem crescente. Ser e humanidade são inatas. Não são adquiridas. Ou seja, nenhum ser humano é mais humano do que outro. O que difere é: o tempo e a nutrição. Por isso que o embrião é um ser humano.
O embrião é uma pessoa porque no seu desenvolvimento ele não pode se tornar outra coisa a não ser pessoa. Nenhum corpo vivo pode tornar-se pessoa a não ser que já seja pessoa. Ser e humanidade não estão em ordem crescente. Ser e humanidade são inatas. Não são adquiridas. Ou seja, nenhum ser humano é mais humano do que outro. O que difere é: o tempo e a nutrição. Por isso que o embrião é um ser humano.
E aí, aproveitando essa questão de embrião, e a pesquisa de célula-tronco? A sociedade sem Deus não é brincadeira! Vamos apresentar uma definição clara: leia com bastante atenção porque isto é muito importante:
Os evangélicos são a favor da pesquisa (estudo e manipulação) de células-troncos, para fins terapêuticos, desde que não sejam embrionárias (podem ser tiradas do cordão umbilical, da medula óssea e da corrente sangüínea).
Por que a pressão de se usar embriões para manipular? O que está escondido por trás disso? Por que a pressão lá no Congresso Nacional para se aprovar a lei de biossegurança? Por que a pressão para que os cientistas tenham autorização de manipular células-troncos de embriões?
A resposta é: Porque eles, muitos deles não estão exclusivamente preocupados com a questão terapêutica, mas com a questão de clonagem humana. É aqui que mora o perigo. Porque o homem quer brincar de Deus. Nenhum cientista tem o domínio absoluto da manipulação genética. Sabe o que pode acontecer que ninguém diz? Um gene defeituoso por manipulação se perpetuar na raça humana e lá na frente nas gerações futuras termos doenças que até hoje não apareceram e defeitos na estrutura do ser humano que até hoje não se conhecem.
O homem querer brincar de Deus é algo tão perigoso se considerarmos a complexidade da vida e do ser humano. Para se ter uma idéia, um único filamento de um DNA, de uma única célula humana (você carrega milhões) tem informações para preencher uma biblioteca de mil volumes. Estamos falando de um único filamento de uma única célula.
Para você ver a complexidade desse ser que é você, observe isto: se os cientistas conseguissem uma tecnologia de ampliar o diâmetro de uma célula um milhão de vezes a descoberta científica seria tão fantástica que jogaria quase todo conhecimento acerca do ser humano por terra! Para você saber que apesar de toda tecnologia e de todo avanço científico o homem sabe muito pouco acerca da complexidade do ser humano.
Agora pensemos no cérebro humano, que é a estrutura mais complexa do ser. Só o cérebro humano, que pesa aproximadamente 1,3 kg, possui dez bilhões de células interligadas cada uma por pelo menos dez mil ramificações! Não existe tecnologia para reproduzir as ligações e a estrutura de comunicação que possuímos no cérebro. Quem é o homem para dizer de domina tudo, que sabe tudo de ser humano?
A manipulação genética é perigosa. Não há estudos definidos. E os evangélicos, porque o embrião humano e porque a vida se dá na concepção — isso não é religião é Biologia — não aceitamos a manipulação de células embrionárias. Sabe por que, leitores? Se a vida começa na concepção, este fantástico fato biológico não pode servir a interesses sociológicos, políticos e econômicos.
Repetimos: Não é questão de religião é um conceito científico que o homem sem Deus quer distorcer e esconder para seus interesses mesquinhos. A Ciência vem comprovando que as células-troncos do cordão umbilical, corrente sangüínea, medula óssea servem para várias curas terapêuticas, como a diabetes, por exemplo. Não venham nos rotular como ignorantes e como fundamentalistas religiosos que não têm domínio de conhecimento.
E antes de tudo é bom repetir e deixar muito claro uma coisa: a única diferença entre eu, você e o feto é o tempo e a nutrição. Isto é um fato científico comprovado pela Biologia, pela Medicina Fetal, pela Genética e pela Embriologia. Não é simplesmente uma questão religiosa.
Agora vamos ver algumas questões interessantes sobre aborto que todos precisam saber para compreender essa matéria.
O feto não é prolongamento do corpo da mãe e a falácia do slogan feminista
É geneticamente comprovado que o feto não é prolongamento da mãe, e por isso, não admitimos o aborto em hipótese nenhuma. Seja por estupro, seja o feto anencéfalo. A prova científica (nada a ver com religião) de que o feto não é prolongamento da mãe é, primeiro: o corpo da mãe que diz que o feto não é prolongamento dela. Porque se a criança não estivesse protegida pela placenta o corpo da mulher o botava para fora! Segundo: não é o feto, mas a mãe, que é passiva e dependente. Aqui a Ciência tem de comer na mão da Teologia. É o feto que faz cessar o ciclo da mãe. É ele que torna habitável o útero, desenvolvendo a cápsula protetora e o fluído amniótico. É o feto, em última instância, que determina a hora do parto, e não a mãe.
Como podemos concordar com o aborto se aquele ser não é prolongamento do corpo da mãe? Vejam: feto não é como uma unha, cabelos ou barba que podemos cortar, já que é um prolongamento do nosso corpo. O feto possui olhos, coração, impressão digital, etc., diferentes da mãe!
E mais: um óvulo fecundado de um casal de negros transplantado para o útero de uma branca vai nascer negro e vice-versa. Uma outra evidência da independência do óvulo fecundado é chamada “barriga de aluguel”. Isso comprova a independência desse ser em gestação.
“Toda mulher tem direito de controlar o seu próprio corpo”, diz o slogan feminista pró-aborto. Vamos analisá-lo. O que as defensoras dessa idéia teriam a dizer dos 50% de seres humanos mulheres abortados que não tiveram o direito de controlar seu corpo? (Pesquisas indicam que 50% dos fetos são do sexo feminino). O slogan começa a perder sentido exatamente aí. Na verdade esse slogan, numa definição nua e crua, é o massacre dos poderosos contra os indefesos!
Ninguém juridicamente têm direito sobre seu próprio corpo (suicídio, por exemplo, é crime!) e tampouco colocar em risco outras pessoas. E se alguém não tem direito sobre o próprio corpo como pode querer ter direito sobre o corpo do outro que é o feto? Ter controle sobre seu próprio corpo indica responsabilidade. E aqui há outra verdade incômoda aos relativistas-tolerantes: a maioria dos abortos são fruto da promiscuidade e da imoralidade humana. O aborto vem cobrir essa promiscuidade e imoralidade das relações humanas. Se não se pode controlar a vontade como é possível controlar o corpo dos outros? Não adianta espernear contra essa realidade.
Portanto, se o feto não é um prolongamento do corpo da mulher ela não tem o direito de determinar se ele vive ou morre. Em outras palavras: se eu ou você fôssemos um feto, nossa mãe não teria o direito de nos abortar, em quaisquer circunstâncias.
Assassinato cruel de criancinhas
A segunda consideração sobre o aborto é a luta do feto para não morrer em processos abortivos. Houve um médico que realizou milhares de abortos nos EUA, dr. Bernard Nathanson, que introduziu uma câmera para filmar um aborto que ele ia fazer. O nome do filme é “O grito silencioso”. Ele não conseguiu assistir às imagens até o fim. E nunca mais fez nenhum tipo de aborto. Gostaria que a sociedade, as redes de televisão, o Congresso Nacional e o maior número de pessoas contemplassem a luta do ser pequenino para sobreviver. Gostaria de saber se após assistir à luta do feto para sobreviver se alguém continuaria defendendo o aborto em qualquer instância! Essa experiência mudou os conceitos de Nathanson, que acabou se tornando um defensor da vida.
As pessoas costumam dizer: “aquilo que eu não vejo, eu não tenho culpa”. Esse é um grande engano.
Por não saber das atrocidades que realmente se pratica contra os seres humanos indefesos muitos podem se gabar dizendo: o que eu não vejo não tenho culpa. Esse é o grande engano, pois as Escrituras dizem que Deus vê todas as coisas. A Bíblia diz:
“E não há criatura alguma encoberta diante dele. Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas”, Hebreus 4.13
Agora imaginem alguns métodos de aborto:
• Sucção. Uma máquina de sucção 25 vezes mais poderosa que um aspirador de pó. É introduzida no útero da mulher para sugar o corpo do feto. Aí a cabeça não passa no tubo e tem de ser amassada com um fórceps.
• Dilatação e evacuação. Dilata-se o útero e vai se esfacelando (cortando, picando) o feto com uma tesoura mecânica. E a criança luta desesperadamente para não morrer.
• Ingestão salina. Joga-se um líquido salino naquela capa protetora, mata-se a criança por envenenamento e depois o corpo da mulher o expele.
A sociedade tem sido enganada por esses libertinos defensores do aborto. Aí alguém inocentemente nos pergunta: “Olha, pastor, será que se legalizasse o aborto não acabaria com o sofrimento e morte de mulheres que fazem aborto em clínicas clandestinas, ao contrário das mulheres ricas que têm assistência de um bom médico no procedimento abortivo”. Pois bem, vamos analisar algumas pesquisas feitas por americanos. Observem que lá é um paraíso para quem deseja matar um ser indefeso. É bom reforçar que trata-se de Estados Unidos, ultima palavra em legalização e prática de aborto, bem como sistema de saúde de primeiro mundo.
Leiam e concluam se é ou não ENGODO essa história de que se a mulher tiver uma assistência médica adequada não vai acontecer nada com ela.
Conseqüências em mulheres americanas que se submeteram a aborto:
• Perfuração do útero.
• Sangramentos que requerem transfusões.
• Ruptura do colo do útero com impacto desconhecido sobre a capacidade do colo em alguma gravidez subseqüente.
• Acidentes ligados à anestesia.
• Doença inflamatória pélvica e possível infertilidade decorrente.
• Cirurgia não-intencionada, incluindo laparotomia, histerotomia e histerctomia.
• Perfuração da vesícula.
• Perfuração do intestino.
• Retenção de restos ovulares.
• Anemia.
• Peritonite (uma séria infecção da membrana serosa que reveste interiormente a cavidade abdominal).
• Infecções menores e febre de causas desconhecidas.
• Gravidez tubária não detectada.
• Embolia pulmonar.
• Tromboflebite venosa (inflamação de uma veia que se desenvolve antes de um coágulo sangüíneo).
• Depressão.
• Psicose.
• Suicídio (nove vezes mais propensas a suicídio do que outras mulheres).
• Um alto risco de infecção é comum a todo tipo de aborto.
• O risco de aborto espontâneo no segundo trimestre da gravidez aumenta dez vezes após um aborto vaginal.
• Algo acontece nos níveis mais profundos da consciência de uma mulher quando ela destrói uma gravidez.
Ou seja, a mais prejudicada pelos paladinos pró-aborto é a própria mulher. Por isso, não podemos admitir o aborto em hipótese alguma.
Às justificativas aparentemente coerentes em se tratando de bebês anencéfalos (sem cérebro), por exemplo, citamos o despacho de um juiz do Supremo Tribunal em sua decisão contra o aborto de um bebê anencéfalo. Ele disse:
“Todo ser humano nasce para morrer, e não está no homem determinar a hora dele morrer”.
Que revelação esse magistrado recebeu para despachar a sentença! Uns morrem com um segundo de vida, outros com minuto de vida, outros com nove meses e um minuto, mas todos nascem para morrer e não está em nós determinar quando alguém deve morrer.
E o que diz a Teologia sobre o aborto:
Aqui é pá de cal. Vamos jogar apenas uma pá de cal. Porque já demonstramos que não tem saída para tantos quantos sejam favoráveis ao aborto. Não tem teoria científica, não dá para aceitar, é ser humano que está ali, é vida que está ali; a diferença entre o óvulo fecundado e você é o tempo e a nutrição; é a Biologia; é a Genética; é a Embriologia; é a Medicina Fetal; a vida começa na concepção e assim por diante.
E o que diz a Teologia? O que a Bíblia fala sobre aborto? Vamos finalizar com isso.
No original, toda vez que a Bíblia fala para recém-nascido, falando de crianças maiores ou de feto, como João Batista no útero de sua mãe, ela utiliza a mesma palavra, um tratamento PESSOAL. Porque Deus, conforme a revelação bíblica, considera o feto como um ser humano.
E mais. Deus se relaciona com pessoas quem ainda não nasceram. O Salmo 139.13-16 é uma evidência:
“Pois tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe.
Eu te louvarei, porque de um modo tão admirável e maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e esmeradamente tecido nas profundezas da terra.
Os teus olhos viram a minha substância ainda informe [embrião], e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles”
Ao profeta Jeremias Deus disse:
“Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei; às nações te dei por profeta”
Observem o tratamento pessoal para embriões e fetos. Porque para Deus são pessoas. Conforme o tempo e a nutrição ele não pode se tornar outra coisa a não ser uma pessoa por isso é um ser humano tanto quanto você que lê esta reflexão.
Agora, observem algo interessante no Antigo Testamento, Êxodo 21.22,23 Deus coloca o feto e um adulto em pé de igualdade:
“Se alguns homens brigarem, e um ferir uma mulher grávida, e for causa de que aborte, não resultando, porém, outro dano, este certamente será multado, conforme o que lhe impuser o marido da mulher, e pagará segundo o arbítrio dos juízes; mas se resultar dano, então darás vida por vida,”
E mais: Deus se fez homem na CONCEPÇÃO! Lucas 1.31,35 diz:
“Eis que CONCEBERÁS e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus”.
Mas notem a incoerência do ser humano. Hoje há grupos de proteção de baleias, pássaros, flores, mico-leão-dourado, florestas e até de capim. E O SER HUMANO NÃO DEFENDE O SEU SEMELHANTE! A vida humana é coisificada. Defende-se o aborto, reitero, para esconder a promiscuidade, a imoralidade, o pecado da raça humana.
Ninguém acha ridículo a defesa de tantas coisas, mas quando se defende a VIDA, a própria imprensa quer ridicularizar. Os textos, dentro da linha relativista e tolerante prefere dizer CONTRA O ABORTO e não A FAVOR DA VIDA. FANÁTICOS ao invés de CONSERVADORES.
Vamos a mais uma pesquisa americana, desta vez entre guerra e abortos. Pasmem:
Guerra da independência: 25 mil americanos mortos
Guerra Civil: 600 mil
1ª Guerra Mundial: 125 mil
2ª Guerra Mundial: 600 mil
Guerra da Coréia: 55 mil
Guerra do Vietnã: 56 mil
Previsão de abortos nos EUA dos anos 70 a 2000: 50 milhões
Estimativa mundial de abortos até o ano 2000: mais de 1 bilhão de crianças assassinadas!
O homem é o responsável pelo extermínio de mais de 1 bilhão de seres humanos e na maior cara-de-pau vulgarizam a vida. A vida é um dom de Deus e ai daqueles que se acham no direito de promoverem, por quaisquer justificativas, o assassinato de seus semelhantes. Atos 17.25,28 diz:
“pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração”.
“Pois todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha”, Ezequiel 18.4a
“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam”, Salmos 24.1
O ser humano pertence a Deus. A vida é um dom de Deus. E cabe a Deus a soberania e autonomia de interromper a vida.
Guerra da independência: 25 mil americanos mortos
Guerra Civil: 600 mil
1ª Guerra Mundial: 125 mil
2ª Guerra Mundial: 600 mil
Guerra da Coréia: 55 mil
Guerra do Vietnã: 56 mil
Previsão de abortos nos EUA dos anos 70 a 2000: 50 milhões
Estimativa mundial de abortos até o ano 2000: mais de 1 bilhão de crianças assassinadas!
O homem é o responsável pelo extermínio de mais de 1 bilhão de seres humanos e na maior cara-de-pau vulgarizam a vida. A vida é um dom de Deus e ai daqueles que se acham no direito de promoverem, por quaisquer justificativas, o assassinato de seus semelhantes. Atos 17.25,28 diz:
“pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração”.
“Pois todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha”, Ezequiel 18.4a
“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam”, Salmos 24.1
O ser humano pertence a Deus. A vida é um dom de Deus. E cabe a Deus a soberania e autonomia de interromper a vida.
A defesa da vida não é uma questão meramente de leis humanas, mas de se considerar, acima de tudo, o que Deus diz sobre o assunto. Podem ridicularizar quem assim pensa, mas o que realmente conta é estar em conformidade com princípios científicos e respaldados pela Palavra de Deus. Pode se tentar racionalizar pró-aborto, mas lá no fundo haverá uma fagulha incômoda apontando para a CULPA de se ser omisso à vida.
Por isso, vamos promover a vida e não a morte!
Pr. Silas Malafaia, presidente da Igreja Assembléia de Deus da Penha-RJ, 2º tesoureiro da CGADB
Adaptado da aula de Escola Bíblica Dominical sobre "Aborto e células-troncos", material que pode ser pedido à Editora Central Gospel (http://www.centralgospel.com.br/)
Por favor, reproduza nossos conteúdos à vontade, mas dê os devidos créditos ao autor e ao blog http://www.caosperanca.blogspot.com - Deus o(a) abençoe!


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